SHOPPING DA MENDIGÂNCIA

imagem ilustrativa/google

S
air de casa ou andar sem contribuir com alguma moedinha nas grandes capitais brasileiras é tarefa perigosa, constrangedora e quase que impossível, pois a abundante proliferação de mendigos, viciados, loucos e outros vitimados pelo êxodo rural e urbano, se avolumam nas ruas e nas grandes avenidas se instalando nas calçadas, parques e praças, uns a pedirem e outros a cobrarem dos usuários de veículos pelo estacionamento nas áreas públicas sob fortes ameaças de seu carro sair danificado.  
 Existem outros mais audaciosos, que ficam de prontidão nos semáforos e avançam sem dó e piedade para limpar o pára-brisa. Já outros se aproveitam dos postos de combustíveis e assume o papel de calibrador de pneus cobrando pelo o serviço.
Queremos mostrar com isto, que não há empregos e que as estatísticas oficiais são manipuladas, basta verificar as centenas e milhares de pessoas vendendo de tudo e a qualquer hora nas calçadas, praças, ruas avenidas e nos semáforos.
O fato é que queremos alertar contra o fajuto e manipulado demonstrativo estatístico oficial da absorção de empregos no quadro estatístico do Mercado de Trabalho que o governo federal tem noticiado na Mídia nacional, pois o que realmente existe é uma crescente e lucrativa indústria de concurso público que na realidade poucos ou quase nada dos candidatos aprovados são convocados para assumir seus cargos, já que à crescente e progressiva desova da mendicância pública tem se instalado no seio das grandes capitais brasileiras e tem revelado fatos contraditórios quanto às amostragens estatísticas do governo federal, inclusive, sob o olhar e conhecimento das muitas Instituições nacionais que se dizem defensoras da classe operária, mais de fato não passam de instituições falidas pela moral e pela incompetência.
    Cardoso Ponte

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