CELIBATO e VITALÍCIO PAPAL UMA VERGONHA MUNDIAL

por: Cardoso Pontes


imagem ilustrativa/google
Ao inaugurar um dos mais polêmicos assuntos que ainda resistem à contemporaneidade mundial religiosa, buscamos nortear uma linhagem de considerações que tratam sobre os dois mais controversos dogmatismos da História Universal Religiosa, o CELIBATO e o período do VITALÍCIO PAPAL, os quais constituem elementos fadados que necessita serem reformados no âmbito da legislação que preconiza o Estatuto da Igreja Católica Romana.

Portanto, os livros Sagrados de “ Gêneses a Apocalipse” têm dedicado ênfase à grandeza do matrimônio e da família, impondo leis morais para se conduzir a família com zelo, respeito e amor. Fato que desafio a qualquer cristão divergir a existência em toda a linha da Sagrada Escritura Católica Romana, alguma citação bíblica que exalte a proibição ou negação de preceitos doutrinários ao padre, sacerdote ou freira de não poder constituir família através da celebração do matrimônio.


Em verdade nunca encontrei tanta robustez de riquezas acerca do casamento e da família como existe nas linhas sagradas da Bíblia Católica e isso, tem me surpreendido diante da Santa Fé não ter revolucionado ainda um espírito de evolução para postergado estes princípios sagrados invalidando o voto de Celibato de modo que possa alcançar também, a invalidação do vergonhoso regime ditatorial do “Vitalício Papal”, reconhecendo que o sistema monocrático não é mais aceitável na ordem mundial onde se pratica a democracia em todas as camadas da sociedade, nem ousa este perverso regime ditatorial ter mais espaço para atuar neste mundo contemporâneo, pois quem pratica o regime vitalício de poder, é prova irrefutável, inequívoca do cultivo que ostenta o imperialismo ditador e fere severamente a todo o conceito e princípio do Instituto Democrático de liberdade Cristã mundial.

Fato que até agora a Instituição da Igreja Católica Romana tem pecado e tem se verificado uma visível contradição quando se trata sobre o assunto matrimonio no cenário interno da faculdade do pensamento Católico Apostólico Romano, dirigidos aos seus padres, bispos, freiras e sacerdotes seguidores, pois nada na vida terrena pode ser perpetuado, principalmente, quando se trata sobre uma autoridade investida de cargo e poder e isso, a Igreja Católica tem entrado em contradição perante a si e ao mundo. Pois a única razão que entendo de tanta insistência neste preservo regime ditatorial, só pode ser, supostamente, de onerar o obeso e pesado cofre do Vaticano.

Comentários

  1. Prezado Lira Dutra,
    Quando Jesus instituiu a sua Igreja, escolheu entre os seus discípulos doze líderes que os chamou de Apóstolos e ordenou a um como chefe destes Apóstolos, a quem todos os outros devem obediência, dizendo: “Pedro, tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus, tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Aí surgiu a vitaliciedade papal em Pedro e nos seus sucessores. Neste momento, Jesus já previa a grande dificuldade e perseguições implacáveis que a sua Igreja haveria de enfrentar e vencer, através dos séculos e milênios vindouros. Isto aconteceu e continua acontecendo nestes dois milênios de história da Igreja de Cristo.
    A Igreja Católica, por ocasião da escolha de um novo Papa, em seu colegiado de Cardeais formados por Bispos que são os sucessores dos Apóstolos, permanecem em vigília e orações permanentes diante do Santíssimo Sacramento, pedindo a presença do Divino Espírito Santo que é quem convence e converte, para conduzir a Igreja Católica, que tem o Cristo por Cabeça e nós, os seus irmãos como membros desta Igreja e mantê-la sempre unida ao Papa que é o sucessor de Pedro, representante de Cristo aqui na Terra e Chefe Supremo da Sua Igreja. A Igreja Católica permanece fiel ao Evangelho e jamais mudará para satisfazer aos interesses de quem quer que seja. Nem mesmo o Rei Henrique VIII da Inglaterra com toda ostentação de riqueza e poder, conseguiu que a Igreja negasse a Verdade Bíblica da indissolubilidade do casamento para lhe satisfazer, o que lhe custou perseguição implacável com a desapropriação de todos os seu patrimônio na Inglaterra e rolou a cabeça do mais considerado Embaixador Real, São Tomás Morus, o qual como Católico fiel ao Evangelho, preferiu abandonar todo o prestigio de que desfrutava perante a riqueza real para seguir fiel ao Evangelho, pagando com a própria vida esta rebeldia. O inimigo é persistente e se apresenta disfarçado com muitas peles e com variados argumentos querendo destruir a Igreja de todo jeito, mas não irá conseguir. Vejam a artimanha que o inimigo usa, citando as Sagradas Escrituras para tentar o Senhor Jesus. Sobre o Celibato, é bom observar a interpelação de Pedro a Jesus, em Mc 10, 28-31: “Eis que deixamos tudo e te seguimos”. Respondeu-lhe Jesus: “Em verdade vos digo, ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras por causa de mim e por causa do Evangelho, que não receba já neste século, cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mãe, filhos e terras, com perseguições e no século vindouro a vida eterna”. Apelam para a infâmia e para a intimidação para que a Igreja mude, tentando invalidar o que acusam ser um suposto vergonhoso e perverso regime ditatorial do “Celibato e do Vitalício Papal” e acrescentando que “quem pratica o regime vitalício de poder, é prova irrefutável, inequívoca do cultivo que ostenta o imperialismo ditador e fere severamente a todo o conceito e princípio do Instituto Democrático de liberdade Cristã mundial”. Quem estará por trás desta artimanha, interessado que a Igreja mude os seus dogmas da Fé Apostólica como “o CELIBATO e o período do VITALÍCIO PAPAL”?
    E neste mundo de Meu Deus, quem é que não tem pecado?

    Alfredo Beviláqua
    Leigo Católico

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  2. O Celibato na Igreja Católica começou 1073 anos depois de Cristo

    Isso significa dizer que não existia este severo princípio ditador meu caro ALFREDO BEVILÁQUA.
    Nesses tempos em que muito se discute o celibato entre os padres. Leiam alguns trechos do artigo do escritor Tomás Eloy Martinez, publicado no jornal La Nacion de 09/05/2009 e deixem aqui os seus comentários.A maioria dos católicos ignora que aos sacerdotes e bispos não era proibido o matrimônio durante os primeiros dez séculos da vida cristã. Além de São Pedro, outros seis papas viveram em matrimônio. Até o Concilio de Elvira, que o proibiu no ano 306, um sacerdote podia inclusive dormir com sua esposa na noite anterior a celebrar a missa. Isso começou a mudar dezenove anos mais tarde, quando o Concilio de Nicea estabeleceu que, uma vez ordenados, os sacerdotes não podiam mais casar-se.

    2. Em 1073, Gregório VII impôs o celibato. Definiu-se que o matrimônio dos sacerdotes era herético, porque os distraía do serviço ao Senhor e contrariava o exemplo de Cristo. Dezenas de historiadores supõem que a decisão de impor o celibato foi também um meio para evitar que os bens dos bispos e sacerdotes casados fossem herdados por seus filhos e viúvas em vez de beneficiar à Igreja. Em 1123 o Concilio de Letrán decretou a invalidade do matrimônio dos clérigos e, dezesseis anos mais tarde, o segundo Concilio de Letrán confirmou.

    3. Quando o Concilio de Trento fixou a excelência do celibato sobre o matrimônio, fez doutrina das palavras com que São Gregorio Magno havia condenado o desejo sexual durante seu papado, no século VI. Só a Igreja Oriental adjunta a Roma, admite sacerdotes casados, mas deve haver contraído matrimônio antes da ordenação e nunca chegarão a bispos.
    Cardoso Ponte.

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