Quanto custa nossa cidadania?

Ontem, sábado (27/11/2010), recebi um e-mail do companheiro Francisco Soares, do movimento Ação Cearense de Combate à Corrupção e à Impunidade (Acecci), dando nota da noticia "O alto preço da luta pela cidadania", publicada no jornal O Povo na edição do dia 26/11/2010. Ao lê-la, lamentei a denuncia de que o cidadão Francisco Fernandes da Silva, presidente do Movimento Popular Alerta Antonina do Norte (Mopaan), está sendo ameaçado de morte. Crime? Exercer sua cidadania. Esse é o maior de todos os crimes que uma pessoa pode cometeu contra os que vivem a engordar os bolsos com o dinheiro do povo, contra os que transformam o direito do cidadão em bens particulares. Não podemos ser condizentes a tamanha barbárie ao direito democrático.

"O que deveria ser papel de todos os cidadãos brasileiros - o de fiscalizar e denunciar crimes como desvios de recursos públicos - ainda está longe de ocorrer na prática e pode ser uma atitude perigosa no Ceará... 
É o que vem acontecendo com o presidente do Movimento Popular Alerta Antonina do Norte (Mopaan), Francisco Fernandes da Silva, que apontou irregularidades do transporte escolar na cidade, além de obras fantasmas e envolvimento de vereadores em esquemas de corrupção no município." (O Povo)


"MAS AGORA QUE AS DENUNCIAS SÃO CONTRA O LEGISLATIVO A REAÇÃO FOI, TOTALMENTE DIFERENTE, AMEAÇAS DE MORTE POR TELEFONE,AMEAÇAS DE AGRESSÃO FÍSICA DURANTE A SESSÃO NA CÂMARA, POR PARTE DE UM VEREADOR E INCITAÇÃO A VIOLÊNCIA POR PARTE DE OUTRO, E NAS RUAS AS NOTICIAS DE AMEAÇAS SÃO DIVERSAS.

O que motivou estas ameaças foi o fato da ONG estar a frente de uma luta para melhorar o transporte escolar no município, e melhorar este serviço vai contra o interesse de algumas pessoas, dentre elas alguns vereadores que tem seus cminhões agregados ao município para este fim, e não querem abrir mão dos interesses pessoais em prol do bem comum dos cidadãos." (Alerta Antonina.org)


Combate à corrupção 
Fruto da realização de um curso de controle social das contas públicas, promovido pela Fundação Demócrito Rocha, o movimento conhecido como Ação Cearense de Combate à Corrupção e à Impunidade (Acecci), também de iniciativa popular, é outra maneira de fiscalizar o destino das verbas públicas.
O comerciante do município de Palmácia, Francisco de Assis Soares, que criou e que preside o movimento, destaca que o problema de corrupção do Brasil “só vai ter jeito quando a sociedade civil estiver organizada”. “Essa turma de oportunista que mete a mão no dinheiro, quer cidadão desorganizado”.

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