28 de nov de 2010

Salve, salve a educação brasileira

por: Cardoso Ponte

A História da comunidade educativa nacional, ao longo dos tempos, insiste na antiga aplicação do desprezo do desvendamento vocacional dos seus discentes, fazendo uso de uma metodologia pedagógica contraditória aos parâmetros da evolução do conceito da competitividade entre Ensino Público, Ensino Privado e ingresso ao Mercado de Trabalho, diante de uma poderosa construção que repousa no atraente mercado financeiro da educação nacional, onde os grandes conglomerados de instituições da educação privada se organizaram e consorciam a mesma ideologia mercadológica do lucro fácil atraindo os bestas ignorantes.

Hoje o domínio das maiores e mais modernas escolas e faculdades no País, estão sob um forte controle do monopólio privado, onde estatisticamente, tem demonstrado que a educação nunca deixou de ser seletiva, somente privilegia a burguesia através de fajutos vestibulares, visando atrai maior número de matriculas a um infinito numerário de cursos que posteriormente induz o discente a ser submetido ao fogo cruzado de um intencional aplicativo pedagógico afunilado, que certamente, irá dolosamente decorrer em muito maior tempo que esperava para se graduar, enquanto isso, as instituições privadas aumentam seus obesos lucros com a chancela fiscal de empresas sem fins lucrativos para burlar o fisco nacional.

Temos que perceber que as Instituições federalizadas deixaram a muito de seres berçários em defesa dos interesses fundamentais da cidadania nacional, se transformaram em verdadeiras incubadoras da imoralidade educativa, o instituto do direito, que assenta o cumprimento da lei de extensão igualitário, ou seja de isonomia, prevalece de quem tem maior influência política e obesa conta bancaria, confunde, como assim, existisse lei para ricos e para pobres, a assistência médica, também, adotada esta perversa prática ignorando o conceito humanitário, da mesma forma, os educadores públicos, que proclamam abertamente que o Ensino Público tem qualidade, em verdade, nem eles mesmos acreditam, pois nenhum deles tem filhos matriculados nas escolas públicas e, o Estatuto da Criança e do Adolescente, lamentavelmente, pressupõe demagogicamente, que a prática do trabalho para jovens é uma penalidade, como se trabalho fosse crime.

Todo este rosário de falência do Ensino Público tem sua origem agregado exatamente numa ideologia aplicada nas escolas e faculdades particulares, para que essas sempre se mantenham em evidência e apresentem melhor qualidade de ensino do que as escolas e universidades públicas. Pois o maior interesse dos conglomerados particulares, não é acabar com o Ensino público, mais manter este precário e em estado degenerativo de falência, para ter sempre um parâmetro estatístico que revele ser o ensino privado de melhor qualidade que o público.

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