Seminário em Fortaleza (CE) discute trajetória e futuro da política do Patrimônio Imaterial




O Brasil possui 41 bens registrados que representam a singularidade e a diversidade das manifestações culturais do povo brasileiro, sendo cinco deles são reconhecidos pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Este resultado é consequência dos avanços da Política de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, que teve como marco à Carta de Fortaleza, elaborada há 20 anos em seminário realizado na capital cearense. 

Só no Ceará, são quatro bens reconhecidos como Patrimônio Cultural em nível federal: o Ofício dos Mestres de Capoeira e a Roda de Capoeira, em 2008; o Teatro de Bonecos Popular do Nordeste e a Festa do Pau de Santo Antônio de Barbalha, ambos em 2015. 

O evento será aberto no Theatro José de Alencar com a conferência Magna do Laurent Levi-Strauss. O francês, membro do Conselho da Europa Nostra, maior ONG europeia para a salvaguarda do Patrimônio Cultural em 43 países, lembra que quando a Carta de Fortaleza foi produzida, o Brasil estava bastante avançado em relação à maior parte da comunidade internacional. “Seis anos depois, em 2003, a UNESCO publicou a Convenção para a Salvaguarda que alcançou, desde sua consolidação, um rápido e impressionante sucesso. Ela abriu caminho para uma concepção de patrimônio cultural mais completa e ampla”, disse.

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